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A mostrar mensagens com a etiqueta dia-a-dia

Fé... Vereiro '21

  Olá olá! O dia lá fora está do pior e como sabem este tempo deixa-me bastante em baixo (pudera eu viver atrás do sol... !) Dizer também que na sexta-feira fui surpreendida com uma reunião com as chefes que me informaram que o meu contrato termina em Abril e saio com todo o acerto de contas. Para mim, é uma batalha ganha. Eles queriam que eu saísse em troca de dar dois subsídios!!! (wtf?!) Nessa altura, pertencerei ao nr de desempregados em Portugal (again!). O meu confinamento não tem sido muito mais que ver os desenhos animados na tv e fazer atividades com o baby. Já consegui que ele diga os números por ordem e que os saiba identificar... Gostava de o levar aqui à rua junto ao prédio para apanharmos ar mas a chuva não nos permite. Entretanto, também ele fará aniversário no início do próximo mês e será muito idêntico ao aniversário da mãe no primeiro dia deste novo confinamento. Para diversificar um pouco este conteúdo, gostava que viessem daí umas perguntas para eu responder num...

Semana menos fácil

Falar-vos sobre esta semana. Segunda-feira acordei com dores de garganta. A meio da manhã o marido ligou a dizer que o chefe o tinha mandado para casa pois um colega havia dado positivo ao covid-19. Fiquei bastante assustada pois sintomas já eu tinha. Chegada a casa liguei à saúde 24. O marido já se encontrava em isolamento profilático. Disseram que eu não era um caso direto e não tinha todos os sintomas e ficaram de me contatar no dia seguinte. Na manhã a seguir estava bem pior - dor garganta mais forte, nariz congestionada e corrimento nasal, a cabeça que zonza, dor acima da vista. O marido e o baby não tinham quaisquer sintomas. A entidade patronal do marido pediram que fosse fazer o teste e nesse dia a saúde 24 confirmou-me o que me havia dito no dia antes - não era caso direto nem tinha todos os sintomas. Manhã seguinte, negativo. O chefe mandou-o de imediato ir trabalhar ao que eu disse que ele não ia uma vez que ainda não tinha alta pelo delegado de saúde e seria crime sair à ru...

Momentos (in)certos

  Não há momento certo. O que antigamente se podia planear e controlar hoje em dia já é muito difícil de o ser e veio a Pandemia mostrar isso mesmo. Já acreditava nisso e tenho essa premissa na minha vida. Posso falhar mas quando a atitude está tomada é a certa. É assim que levo a minha vida e é nisto em que acredito. Não planeio e muito menos uso agenda. Se usasse, esqueceria de ir ao dia ver o que teria planeado. Sou cabeça no ar mas organizada dentro da minha cabeça. Não preciso de regras ditadas para saber como e quando fazer. Para quê esperar porque para o ano vai ser melhor, daqui a 4 meses recebo mais, daqui a 15 dias vem um subsídio... Não vivo destas previsões que podem ou não estar corretas e correr o risco de estar em constante adiamento da minha vida e daquilo que sonhei para mim. Não gosto que me digam "não vás agora. Esta não é a melhor altura." se eu acho que é, vai ser e só tem de ser. E é isto. 

Implanon. A minha experiência.

O implanon. Vou abrir aqui um tópico sobre isto para quem tem dúvidas ou pensa colocar um.  Ora, depois de ter o Santiago tomei a pílula de amamentação até ele ter 1 ano e 1 mês. Depois, em consulta com a dra de família perguntei quais as opções que tinha para não estar todos os dias a tomar um comprimido. Disse-me que teria o Diu com duração de 5 anos ou o implanon colocado no braço com duração de 3 anos - libertam diariamente uma pequena quantidade de hormonas para a corrente sanguínea que impedem a ovulação e tornam mais espesso o muco do colo do útero, dificultando a entrada de espermatozoides - definição retirada da Wikipédia. Optei, então, pela última. (3 anos parecia-me perfeito mas não contei com os 9 meses de gravidez!) Marcou-me uma data para lá ir colocar. Explicou-me que nessa data não poderia estar a menstruar - único requisito. Chegada lá, a dra e uma enfermeira deram-me anestesia local e fizeram um corte minúsculo no braço esquerdo e colocaram o implanon. Colocaram u...

November, hi!

Domingo, 8 de Novembro. Chegámos a pouco menos do final de 2020. E que 2020!!! Este ano parece mesmo com aquela imagem que corre nas redes sociais: Janeiro, Fevereiro, Quarentena, Outubro, Novembro, Natal. Que ano alucinante!  Esta semana estive de férias e claro que o pequeno ficou com a mãe. Aproveito todos os bocadinhos para ficar com ele, como sabem. Foi uma semana de pleno descanso e colocar a roupa em ordem o que significa ter feito umas quantas máquinas e tido um serão sério com a tábua de engomar (arghhhh!). Logo no primeiro fim de semana, dia 1, fizemos a árvore de natal. Acho que foi o ano em que a fiz mais cedo. Cortei o cabelo pelos ombros, como é encaracolado subiu mais um pouco e os caracóis ganharam vida e estou a amar! Também arranjei as unhas e quem não se sente feliz quando tratamos um bocadinho de nós? Sinto-me bem!  O covid ainda não nos encontrou. O meu irmão e a sua família já recuperaram. Conheci ontem o meu sobrinho. Que ternura! 1 mês e uns 15 dias de ...

Dias cinzentos

Está a terminar o isolamento. Faz amanhã 14 dias que permaneci em casa por ter estado em contacto direto com a minha chefe que deu positivo ao covid-19. Segundo parece os sintomas que eu tinha eram mesmo de alergia e passaram com a toma de anti-histaminico. O delegado de saúde nunca chegou a contactar afim de dar indicações. Sei bem que a saúde mais não pode fazer. São centenas de casos todos os dias e não conseguem chegar a todos. Ainda assim conseguimos o atestado médico pois dirigiu-se ao centro de saúde um familiar para falar diretamente com a delegada de saúde Estes dias, estive com um nível de stress um pouco acima do esperado pois quero ter tudo feito e ainda ter tempo para o meu menino e não consigo chegar a tudo e ele está na fase de maior atenção. O facto de saber que esta semana estaria de férias e que por conta disto não posso sequer ir à mercearia tirou a minha paz. Senti que estes 15 dias foram mais (muito mais) dolorosos que toda a quarentena passada. Ainda assim, chegou...

Covid ou alergia?

Sinto-me estranha mas esta foi uma semana em que as minhas alergias estiveram em alta. Até imensa comichão na vista eu tenho. Dói-me a cabeça inclusive. Não sei se é efeitos covid ou apenas a minha rinite mas prefiro ficar na dúvida e em casa a colocar aquela coisa novamente no nariz! Não vos contei. Em Maio, antes de voltar ao trabalho a 1 de Junho tive de me dirigir a um laboratório em Lisboa para fazer o teste ao covid a pedido da entidade patronal. Fui sem qualquer expectativa. Quando a senhora (vestida de astronauta) me coloca aquela coisa pelo nariz e senti-me ficar sem ar ao segundo a que ela retira e diz "agora na outra narina." Disse-lhe que preferia mil vezes tirar sangue ao que ela me respondeu afirmativamente concordando comigo. Explicou-me que o vírus ao entrar no nosso corpo pelas vias respiratórias deixa vestígios nestes locais e por isso ser este o exame a fazer. Senti-me a morrer. Chamem-me fraquinha mas aquilo é mesmo muito aflitivo. Senti-o na minha gargant...

I'm back!

  Tenho estado ausente por estes lados. Sorry! Desde a última postagem que o trabalho tem sido o consumidor da maior parte do meu tempo. Em Agosto estivemos de férias por terras alentejanas e soube pela vida. Aqueles ares trazem a nostalgia da infância que lá passei com os meus pais enquanto juntos e o tempo não passa por lá. Os rios trazem a calmaria que preciso para a minha vida e sou tão feliz por lá. Acho que viver lá traria-me vitalidade. O Santiago está enorme e temos cada dia mais e mais orgulho neste nosso (já) menino crescido. (stop tempo!) Já forma frases completas, tem conversas connosco, sabe as cores, os números e as formas. Agora estou a tentar ensinar-lhe algumas palavras em inglês. Estes dias deixou as fraldas! Sinto-me uma mãe babada. Entretanto, estou a pensar muito em ser mãe novamente. Seria um sonho tornado realidade mas... para isso preciso tirar o implanon antes do tempo. Falei com a médica de família e ela deixa tirar ('deixa' Ahahah... como se os médico...

Um dia normal

23 de Maio, 71 dias de quarentena. Saímos hoje à rua para lá da zona que assegura a nossa proteção. Pegámos no carro e fomos. Dei por mim a apreciar a paisagem que não via há tanto tempo. Almoçámos numa esplanada - que saudades! A equipa do restaurante estava devidamente protegida, a mesa e cadeiras foram desinfetadas à nossa frente. Todos os cuidados foram garantidos. Não houve menu na mão. De seguida fomos passear no relvado onde jogámos à bola com o pequeno. Ele estava eufórico. Comprámos água de côco e confirmei que não gosto. Já desconfiava. O pai e o filho comeram gelado - muito melhor que a minha água de côco. Enchi o telefone com mais fotografias. Por umas horas parecia que tudo tinha voltado à normalidade e que o vírus tinha sido apenas um sonho. Mas não. As máscaras não faziam esquecer. Ao lanche, já em casa, fizemos panquecas com banana e morangos. Não faltou topping de chocolate e açúcar em pó. Ao fim do dia recebemos a nova cama do nosso menino. Não foi a que idealizei...

Home's happy

continuamos a quarentena. começa agora o coração a apertar de estar muito breve o dia em que o vou levar de novo à creche. se por um lado sinto falta da rotina por outro sou a pessoa mais feliz do mundo por estar todas as horas com o meu menino. este acompanhamento constante foi maravilhoso. ganhei tanto tempo com ele.

Um por todos

estamos a meio do mês e antes de ir àquele tema do dia, vou dizer-vos primeiro que a festa de aniversário do baby correu super bem. decorámos a casa com o mickey - "o kika" para o santiago. toda a família veio festejar. foi perfeito. sentimo-nos realizados e uns pais babados e completos. são dois anos de um amor sem medida. somos tão felizes! que nunca te falte este sorriso e o amor de todos, filho. 

De volta a Janeiro

fiz uma longa pausa neste cantinho. desculpem desde já. o baby já se encontra completamente recuperado da sua pneumonia - e agradecer-vos (muito) pelas mensagens de melhoras. de volta em força ao trabalho foram dias de altos e baixos como também já sabem. a época festiva passou rápida e bem, em família e isso cada dia é o que mais valor tem. não existem dúvidas. este é o meu mês de aniversário.

Doentinho, o Inverno e o Natal

continuamos por casa. pneumonia foi o diagnóstico dos médicos no passado sábado. depois de 2 visitas médicas foi há terceira que se descobriu a causa. na verdade não sei se é como dizem: que a infeção só iniciou dias depois do estado de saúde piorar ou se já a tinha desde início e apenas se estão a

Dias de Dezembro

estamos por casa. o baby está doentinho o que com este tempo não se podia esperar outra coisa. ora chove, ora faz sol. ora está frio, ora está quente. ora está um dia húmido, ora está um dia seco. e assim andamos. a minha rinite tem dado sinais disto mesmo. assim dois dias em casa com o pequeno mas que

Tardes de Outono

chove imenso lá fora e eu estava aqui em mais uma luta por uma nova aventura. tem de ser. cada dia tem sido um bocadinho mais difícil como vos disse mas não posso baixar os braços. será que o melhor para nós está mesmo guardado como dizem? bem... continuamos na luta! o baby

Procurar mais e melhor

tenho andado um pouco ausente por aqui e desculpem-me por isso. tenho andado com demasiado pouco tempo livre entre o trabalho, o filho, a casa, coisas a tratar, aniversários... aff...! neste último mês entendi que o dinheiro definitivamente não cresce e desaparece a olhos vistos e por isso decidi ser revendedora oriflame. sei claro que não é por aí que vou ficar coma carteira mais recheada mas como o ditado diz "grão a grão enche a galinha o papo" e o pouco que seja já é uma mais-valia. no meu trabalho, muitas mudanças vão chegar a partir de amanhã. para melhor? pois, assim veremos. pelo sim, pelo não, atualizei o curriculum pois às vezes o vento não traz o melhor que desejamos. não posso mais ver que fui aquela aluna exemplar amada pelos professores (odiada pelos colegas) por ser a "menina prodígio" (juro que não me estou a gabar!) e saber que o meu curso e todo o dinheiro e

Cheiro a fim-de-semana

sabem aqueles dias em que não há mais paciência? sinto-me despida da mesma. trabalho com o atendimento direto ao público atendendo reclamações, faturas e contratos. na minha função sou elogiada pela simpatia, cortesia e profissionalismo. tento ser para o cliente o mesmo que gosto que sejam para mim. devo isso. tem dias que parecem de uma autêntica guerra sangrenta em que o cliente precisa de descarregar em quem lhe aparecer à frente e nós (prestadores exclusivos de um bom atendimento) servimos como saco de pancada. assim me sinto hoje. a educação e a humildade peca por defeito. tento sorrir mesmo sem vontade. gostava que trocassem a cadeira comigo por uns meros 10 minutos (acreditem que não duravam tanto!) tem dias que oferecia de bom grado a minha cadeira.

As saudades apertam

sabem o que mais custa? as férias dos nossos filhos e não poder compartilhar esses dias com eles porque estamos e temos de trabalhar. o pequenino está de férias e como tal temos de o repartir de uma em outra casa familiar para que possamos sair para o trabalho sabendo que ele está (bem) entregue. mas alguém cuida tão

O primeiro ano já está

lembram-se do quanto me custou o início da creche? (se não leram, podem fazê-lo aqui ) da primeira e grande etapa dos mais pequenos e a nossa primeira prova enquanto pais. chorei todo o dia anterior sabendo que o ia deixar em braços que não os meus ou os do pai. chorei toda essa semana com um aperto no coração. sentia-me vazia. ir buscá-lo era a melhor sensação e essa ainda hoje é a melhor. passado um ano letivo ainda recordo esse sentimento. ele adaptou-se muito bem e hoje recordo o bebé que entrou e o bebé grande que sai. tantas as diferenças e mudanças. além do seu tamanho a evolução é enorme. já diz tanta coisa e expressa-se tão bem. já sabe apontar as partes do corpo (OMG!). no fim, fica agora a tristeza de saber que daqui a três semanas volta à creche mas sem a educadora e auxiliar que o acompanharam durante

A rotina e as otites

voltámos à rotina. ao trabalho. às compras para a casa. o passar a ferro. e o baby está doentinho. faltei ao trabalho para ficar três dias com ele. o nascer dos dentes acompanhado das otites. foi uma noite difícil. senti-me imputente ao vê-lo chorar sem o